Exercícios mais Requisitados!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Matéria

É tudo que possui massa e ocupa um lugar no espaço (volume)
Substâncias:
Simples: Um só tipo de elemento
Composta: Mais de um elemento

Elementos com duas letras maiúsculas, são compostos pois são dois elementos, pois um elemento só tem uma letra maiúscula e uma minúscula.

terça-feira, 19 de julho de 2011

O que é a química?

Química é a ciência que estuda as propriedades da matéria e as transformações de uma forma da matéria em outra e a energia envolvida nesses processos de transformação.

Obs.: Não existe ferro puro na natureza!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Falhas e Fraturas

   As falhas resultam de deformações rúpteis nas rochas da crosta terrestre. São expressas por superfícies descontínuas com deslocamento diferencial de poucos cm a dezenas e centenas de km, sendo esta ordem de grandezas para o deslocamento nas grandes falhas.
   Aparecem como superfícies isoladas e discretas de pequena expressão, ou, no caso mais comum, como uma região deformada de grande magnitude, que é a zona de falha, onde o deslocamento total é a soma dos deslocamentos individuais. A condição básica para a existência de uma falha é que tenha ocorrido o deslocamento ao longo da superfície. Contudo, se ocorrer o movimento perpendicular à superfície, a estrutura recebera o nome de fratura.

Classificação das Dobras com Base nos critérios Geométricos e Extratigráficos

   O sentido de fechamento de uma superfície dobrada é um critério geométrico muito simples utilizado para classificar as dobras. Segundo este critério, são distinguidas dobras com fechamento para cima, antiforme ou, para baixo, sinforme.

Classificação das Dobras quanto a Linha Axial

   A classificação com base na superfície axial pode ser em relação à simetria da dobra ou em relação a posição no espaço. No primeiro caso, a superfície axial corresponde a um superfície bissetora, com as dobras sendo divididas em dois grupos: simétricas e assimétricas. No segundo caso, as dobras podem ser normais, inversas e recumbentes.

Classificação das Dobras quanto a Linha de Charneira

   A classificação baseada na linha de charneira permite dividir as dobras em dois grupo: um com linha de charneira reta (eixo) e outro com linha de charneira curva. Em ambos os casos a classificação se aplica apenas para as dobras cilíndricas. As dobras com linhas de charneira reta podem se dividir em três tipos: Dobras Horizontais; dobras verticais e dobras com caimento ou inclinadas. Considerando-se as dobras horizontais(ou sub-horizontais) quando o caimento do eixo situa-se ni intervalo de 0 a 10°; verticais, entre de 80 a 90°, e inclinadas, entre 10 a 80°.

Elementos Geométricos: Linha de charneira, Superfície Axial e Flanco

Linha de charneira é a união dos diversos pontos da charneira.
Superfície axial ou Plano é a superfície que une os pontos de charneira das dobras. É uma superfície (por vezes imaginária) que divide a dobra em dois segmentos (flancos) simetricamente dispostos e que passa pelo eixo da dobra.
Flancos ou Limbos corresponde às partes que se situam entre duas charneiras adjacentes e que contém os pontos de inflexão.

O que são Dobras?

   As dobras são deformações dúcteis que afetam corpos rochosos da crosta terrestre. Acham-se associadas a cadeia de montanhas de diferente idades e possuem expressão na paisagem, sendo visíveis em imagens de satélites. São caracterizadas por ondulações de dimensões variáveis e podem ser quantificadas individualmente por parâmetros com amplitude e comprimento de onda. A sua formação se deve à existência de uma estrutura planar anterior, que pode ser o acamamento sedimentar ou a foliação metamórfica (clivagem, xistosidade, bandamento gnáissico).

Domínios Deformacionais (em função da profundidade na crosta terrestre)

   O domínio profundo caracteriza-se por uma deformação dúctil, a rocha pode sofrer fusão parcial, se a temperatura for suficientemente elevada, para o estudo das estruturas geológicas, é necessário levar em consideração o nível crustal em que ela foi formada, cada nível apresenta estrutura com geometria e mecanismo de formação similares que são diferente de outros níveis crustais.

Deformações Plástica e Elástica

Plasticidade é a propriedade de um corpo mudar de forma de modo irreversível. Deformação Plástica é quando a tensão não é mais proporcional a deformação ocorrendo então a deformação não recuperável e permanente. A partir da perspectiva atômica, a deformação plástica corresponde a quebra de ligações com átomos vizinhos originais  em seguida formação de novas ligações com novos átomos vizinhos, uma vez que um grande numero de átomos ou moléculas se move em relação uns aos outros; com a remoção da tensão, eles não retornam as posições originais, diferente do que acontece na deformação elástica.
   As deformações elásticas são proporcionais ao esforço aplicado e são deformações reversíveis, ou seja, quando a deformação de tensão que provocou a deformação elástica é retirada, o material rochoso volta ao seu estado inicial. Um exemplo de deformação elástica é a sofrida por uma mola ou elástico quando sujeita a tensões. Quando o limite da elasticidade das rochas é ultrapassado, estas entram em ruptura e passam a sofrer deformações plásticas.

Material Dúctil e Rúptil

   Um material dúctil é aquele que se deforma sob tensão cisalhante (tensão cortante). Ouro, cobre, e alumínio são materiais mais dúcteis. O oposto de dúctil é frágil, quando o material se rompe sem sofrer grande deformação (Domínio Profundo).
   Um material Rúptil é o que em determinadas condições termodinâmicas, ao ultrapassar o limite de rigidez, deforma-se permanentemente, fragmentando-se por fraturamentos ou quebramentos ao sofrer tensões (Domínio Superficial).

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Propriedades da Matéria

Propriedades Gerais da Matéria
Massa e volume não identificam o tipo da matéria.

Propriedades Específicas da Matéria
Identificam o tipo de matéria = São características de cada substância.


  1. Propriedades Químicas: O tipo de transformação que a matéria pode sofrer.
Ex.: Combustão de Gasolina
       Oxidação do ferro (ferrugem)
 
    2.   Propriedade Organolépticas: São as propriedades perceptíveis aos 5 sentidos (cheiro, gosto, textura e etc).
 
    3.   Propriedades físicas: São as mais usadas para identificação de substâncias

Ex.: Densidade, viscosidade, ponto de fusão, ponto de ebulição e etc.

Densidade










"Unidade de densidade mais usada: g/cm³"


Ponto de Fusão (P.F) e Ponto de Ebulição (P.E)
P.F: Temperatura na qual a substância passa do estado "sólido" para o "líquido".
P.E: Temperatura na qual a substância passa do estado "líquido" para o "gasoso".
                                                       (Obs.: A uma certa pressão)

Sólido: Forma e volume constante.
Líquido: Forma variável e volume constante.
Gasoso: Forma e volume variável.


















"Mudanças de Estado Físico"















P.F e P.E: Conhecendo-se o P.F e P.E de uma substância é possível prever seu estado físico a qualquer temperatura (Sob uma pressão constante)
Ex.: Água P.F= 0°C e P.E= 100°C   (pressão 1atm)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Modelos Atômicos

Introdução

As origens da Química são muito antigas. O homem pré-histórico provavelmente maravilhou-se quando, pela primeira vez, conseguiu produzir fogo, Aprendeu a cozer alimentos, usar argila para produzir vasos e potes, e talvez tenha descoberto acidentalmente que algumas pedras azuis (minério de cobre), quando aquecidas ao fogo, produziam cobre metálico, e que este, quando aquecido junto com estanho, produzia o bronze. Portanto, o homem passou pelas "idades" da pedra, do bronze e do ferro, sempre aprendendo a produzir novos materiais. Por volta do ano 400 a.C., surgem os primeiros conceitos teóricos da Química. Demócrito e Leucipio, filósofos gregos, afirmavam que toda matéria era constituída por minúsculas partículas, às quais deram o nome de átomos. Essa ideia foi rejeitada por Platão e Aristóteles, que tinham muito maior influência na época. Apenas em 1650 d.C. o conceito de átomo foi novamente proposto pelo filósofo francês Pierre Cassendi. Em 1808, John Dalton, baseando-se em várias observações experimentais sobre gases e reações químicas, forneceu a primeira ideia científica do átomo, chamada de "Teoria Atômica".

Modelo Atômico Classico

As partículas positivas do núcleo foram chamadas de prótons. Em 1932, Chadwick isolou o nêutron, cuja a existência já era prevista por Rutherford. Portanto, o modelo atômico clássico é constituído de um núcleo, onde de encontram os prótons e nêutrons, e de uma eletrosfera, onde estão os elétrons orbitando em trono do núcleo

Adotando-se como padrão a massado próton, observou-se que sua massa era praticamente igual à massa do nêutron e 1836 vezes mais pesada que o elétron, concluindo-se que: Prótons, nêutrons e elétrons são denominados partículas elementares ou fundamentais.

Algumas características físicas das partículas atômicas fundamentais:

Conceitos Fundamentais

1. Número Atômico (Z): é o número de prótons do núcleo de um átomo. É o número que identifica o átomo.
A representação do número atômico dos átomos é: zE
Num átomo neutro, cuja a carga elétrica total é zero, o número de prótons é igual ao número de elétrons, nesse caso, pode ser considerado igual ao número atômico.
Exemplo
O átomo de magnésio (Mg) tem número atômico 12 (Z = 12).
Significado: no núcleo do átomo de Mg existem 12 prótons. No átomo neutro de Mg existem 12 prótons e 12 elétrons.
Representação: 12Mg
2.Número de Massa (A): é a soma do número de prótons (Z) e do número de nêutrons (N) existentes no núcleo de um átomo.
A=Z+N
Representação:










Exemplo
Uma átomo neutro tem 19 prótons e 21 nêutrons, portanto:
Z=19            N=21
A=Z+N=19+21=40
Representação:

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Normas da ABNT

   Quando se trata de elaborar um trabalho com fins acadêmicos em muitos a uma grande preocupação com as Normas ABNT. Às vezes essa preocupação é até maior que a com o conteúdo do trabalho.
   Para a elaboração de um trabalho científico correto, o autor deverá considerar que este não será lido apenas por seu professores, banca examinadora ou por profissionais de sua área. Dessa forma, é essencial o uso das normas técnicas para uma boa apresentação e compreensão da leitura.
   Para o desenvolvimento dos trabalhos desenvolvidos por nossa equipe usaremos a Norma Brasileira Regulamentadora (NBR) 14724 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Abaixo você encontrará informações sobre os elementos que compõem a estrutura do trabalho acadêmico, bem como sobre qual a obrigatoriedade de cada um deles e forma de apresentação (formato). Em alguns casos, a ABNT apresenta em suas normas, algumas regras que são opcionais ou que permitem ao autor definir seus próprios critérios.

Introdução
Na introdução, o tema é apresentado e esclarecido aos leitores as indicações de leitura do trabalho.

Normas Para Formatação
  • Formato A4 (21,0 x 29,7 cm);
  • Texto cor preta;
  • Ilustração pode ser colorida;
  • Formato tamanho 12 para texto;
  • Fonte tamanho 10 para citação longa, nota de rodapé, legenda e paginação;
  • Fontes (Time New Roman ou Arial);
  • Margens: Superior 3cm, inferior 2cm, esquerda 3cm, direita 2cm;
  • Parágrafo com recuo de 2cm;
  • Citação longa (+3 linhas) com recuo de 4cm;
  • Espaço de 1,5 - todo o texto;
  • Dois espaços de 1,5 -separando cada título e subtítulo do texto que os precede e os que sucedem;
  • Espaço simples para - citação longa, nota de rodapé, referências, legendas;
  • Dois espaços simples para - entre uma referência e outra;
  • As folhas do trabalho devem ser numeradas sequencialmente, e algarismo arábicos. A contagem será feita a partir da folha de rosto. A numeração, no entanto, deve aparecer somente a partir da primeira folha textual (introdução) e sendo consecutiva até o final do trabalho.
  • De acordo com a NBR 14724 o número da página deve aparecer no canto superior direito da folha, a 2cm da borda superior. (ABNT, 2005, p.8).
Estrutura de Trabalhos
CAPA: é a proteção do trabalho, normalmente padronizada pelo curso.
Deve conter:
  • Instituição onde o trabalho foi executado (opcional);
  • Nome do autor;
  • Título (e subtítulo, se houver) do trabalho;
  • Se houver mais de um volume, a especificação do respectivo volume;
  • Cidade e ano de conclusão do trabalho.
OBSERVAÇÃO: A Associação Brasileira de Normas Técnicas não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.

FOLHA DE ROSTO: é a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação do trabalho
Deve conter:
  • As mesmas informações contidas na capa;
  • As informações essenciais da origem do trabalho.
FOLHA DE APROVAÇÃO: autor, título, aprovado em..., nome do orientador, banca examinadora.
Deve conter:
  • Nome do autor;
  • Título (e subtítulo, se houver) do trabalho;
  • Natureza;
  • Objetivos;
  • Nome da Instituição;
  • Área de concentração;
  • Data da aprovação;
  • Nome, titulação, assinatura dos componentes da banca e as instituições a que fazem parte.
DEDICATÓRIA: Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém, como uma homenagem de gratidão especial. Este item é dispensável.

AGRADECIMENTO: É interessante que sejam feitos agradecimentos a pessoas e instituições. É a revelação de gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. Também é um item dispensável.

SUMÁRIO: Relação das principais divisões do trabalho na ordem em que aparecem no texto.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES: Localiza-se após o sumário, em página própria. Relaciona figuras, tabelas, quadros e gráficos, na ordem em que aparecem no texto, indicando o número, o título e a página onde se encontram. Se houver poucas ilustrações de cada tipo, todas podem ser colocadas em uma página só.

LISTA DE SIGLAS, ABREVIATURAS E SÍMBOLOS: Devem ser ordenadas alfabeticamente, seguida de seus significados. Usar uma nova página para cada lista (NB - 14:08.05.001).

RESUMO: É a apresentação resumida, clara e concisa do texto, destacando-se os aspectos de maior interesse e importância. Deve ser redigida de forma impessoal, não excedendo 500 palavras. O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do trabalho.

DESENVOLVIMENTO DO TEXTO:

  • O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor;
  • As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas;
  • Devem ser apresentado os objetivos do trabalho;
  • A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto;
  • Deve-se mencionar a importância do trabalho, justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento;
  • Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões.
CONCLUSÃO: É a parte onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando os resultados obtidos e propondo soluções e aplicações práticas.

ANEXOS: É todo material suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado, roteiro de entrevista ou observação, uma lei discutida no corpo do texto etc.).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: É o conjunto de indicações precisas e minuciosas, retiradas do próprio documento, permitindo sua identificação no todo ou em parte. Os elementos de referência bibliográficas de documentos (livros, textos, periódicos, anais de congressos, folhetos e etc.) considerados no todo ou em parte devem ser retirados sempre que for possível da folha de rosto da obra consultada.